É, tá certo que é sexta… atrasei. Gripe arrasadora, tive de votlar de ambulância.
Uma (uma?!) Kombi Às Quintas
Postado em Uncategorized em 29 Outubro, 2009 por SamuelAliás
Postado em Hercólubus, O Show da Vida em 26 Outubro, 2009 por SamuelEu não poderia dormir sem dizer isto:
Pessoas esclarecidas de meu deus, não se atenham aos EXEMPLOS, e sim ao desenvolvimento e a conclusão do que o pobre e suado autor tenta jogar na sua cabecinha.
Exemplo? Aqui, ó:
A gritaria foi tanta que o pobre do autor teve que colocar um adendo.
Não gosto de explicar qual ideia quis passar na tira, isso é interpretação de cada um. Mas nesse caso devo satisfação pra quem se sentiu ofendido anteriormente. A intenção é apenas falar da diversidade sexual dos tempos de hoje e não uma afronta contra qualquer tipo de opção sexual atual.
Uma Madrugada Feliz
Postado em Uncategorized em 26 Outubro, 2009 por SamuelDireto do Dr. Plausível, primeiro vem o comentário de um post antigo sobre o criativo nome da Igreja Bola de Neve.
Entrar no blog do Dr Plausível e ler só um texto deixa muita gente c/ uma falsa impressão. O Dr Plausível trata apenas de hipoplausibilose em suas várias formas. O q o texto discute é apenas e mais nada q a questão da plausibilidade do nome "Igreja Bola de Neve Church". Esse nome é como projetar um carro esporte de última geração e lançá-lo c/ o nome Jegue Esclerosado.
Fantástico. E tem mais, no próprio post.
- não é só uma igreja: é uma igreja "church"
- atrai surfistas e se chama "Bola de Neve"
- atrai surfistas e está sediada no Planalto Paulista
Isto foi só para introduzir (ui) ao novíssimo post:
¡¿Bola de Neve Church?! ¿Por que essa puxação de saco de euaense? ¿Por que não Bola de Neve Église ou Chiesa ou Kyrka? Ah, deve ser pq vivemos num mundo "globalizado"… HAHAHAHAHA Ou seja, o marqueteiro tá automaticamente dando a entender q quem fala inglês tá mais perto de Deus do q quem fala brasilês. Brasileiro raramente pensa no significado das palavras e nunca percebe essas sutilezas. Mas "ELES" percebem.
Hohoho.
Drops Drops Drops
Postado em Anime, Drops em 22 Outubro, 2009 por Samuel> Em dez dias de férias, assisti Evangelion, Yamato – comecei da 3ª e agora estou indo para a 1ª temporada –, Darker than Black e Bakemonogatari; só para ficar nas séries completas e fechadinhas.
> Darker than Black, mesmo, assisti em um dia. Todos os 26 episódios. Devo ter batido algum recorde, mas essa série é boa demais.
> O final do mangá xxxHolic não foi bem um final, e sim o término de uma saga. O que acabou mesmo foi Tsubasa, e o desfecho foi melhor do que o esperado. Serviu para mascarar algumas das pesadas arestas, comuns quando se fala de viagem no tempo. Ainda dos Clamp, comecei a ver o mangá e anime de Kobato. Fraquinho, mas serve pra entreter.
> Filmes do Telecine aos montes. Alguns do HBO também.
> Eu tinha alguma esperança, mas o R7 – o G1 da Record, hoho – é escandalosamente ruim. A redação dos artigos é simiesca, sejamos francos. Apesar da idade mental dos leitores em geral ser de doze anos (se não me engano), o R7 parece escrever para crianças de 3.

> Foto antiga. Câmera boa + família linda = Photoshop Zero, mes amis.
> Tea with Mussolini – passou hoje no Telecine Cult das 22h. Filme bom da porra, vou te contar.

> Essa tinha que ir para Uma Kombi às Quintas. Ah, hoje é quinta…
> Amanhã de volta ao trabalho. Devo ter pilhas de coisas na mesa [desânimo].
> Vendo Code Geass com minha irmã menor (oh, sim, ela também gosta de animes. Eu fico de tradutor simultâneo), esses tempos, apareceu este quadro, no qual Suzaku Kururugi encara seu Knightmare:

Ela caiu na risada. Apontou pro Suzaku: “A bundinha dele!” De fato, o uniforme da criança é tão colado que eu quase tive pena do hipotético cosplayer que resolvesse incorporar esse aí. Mas o Japão (e o DeviantArt) sempre me dá alegrias, veja só:
[clica na imagem pra ampliar]
Repararam na cara de agonia do garoto? Sério, o desinfeliz nem respira!
> Acho cosplay o máximo, mas sinceramente não iria me meter a sofrer desse jeito. A única criatura que eu resolveria me vestir, se me convidassem – e pagassem por uma roupa decente – seria esse aqui, ó:
Mas eu sinceramente acho que não tenho mais idade para isso.
Uma Kombi Às Quintas
Postado em Uncategorized em 22 Outubro, 2009 por SamuelSplit screen kombi in Perth
Evangelion Pode Concorrer Ao Oscar?
Postado em Anime em 22 Outubro, 2009 por SamuelFiquei sabendo pelo ANMTV que Evangelion pode ser um dos concorrentes ao Oscar de melhor animação (bem, é um boato, mas soou interessante). Está meio cedo para discutir quem pode ganhar ou não, mas acabei de ver (god save the torrent) a série de 26 episódios (a versão Renewal, levemente remasterizada), The End of Evangelion, e ontem mesmo assisti ao filme em comento – Evangelion 1.0 – You Are Not Alone.
Senti a ausência do premiadíssimo (e recomendado a quem quiser me aguentar) The Sky Crawlers naquela lista. A matéria também fez menção ao possível concorrente Ponyo (louco para assistir) e a participação mais que merecida de O Castelo Animado (fantástico) em disputas anteriores, ambos produções do estúdio Ghibli. Já ressalvaram nos comentários, Hayao Miyazaki ganhou a mui merecida estatueta com A Viagem de Chihiro.
Meu pitaco? Mesmo que Evangelion concorra, ainda que o desenho tenha chocado um mundaréu de gente ao longo de dez
quinze anos de suas versões e revisões, acho que os androides gigantes não ganham Oscar 2010. Nem mesmo Ponyo.
Porque o Oscar, acima de tudo, é um prêmio americano. Obras americanas são mais vistas, dão mais retorno financeiro, e os filmes 3D da Pixar e Dreamworks, etc. são reconhecidos pelos roteiros magistrais e trabalhos competentes de animação. Prova disso é que muito provavelmente a turma de Luxo Jr. vai levar o douradinho com Up, estejam certos.
Ficou pra Trás
Entretanto, desde há muito que os EUA não são mais os bambambãs, amiguinhos. Por mais que as animações computadorizadas tenham apelo, a animação clássica de acetato, a qual por muito tempo foi sinônimo de Disney, Walter Lantz, Chuck Jones, Joseph Hanna & William Barbera e Tex Avery e definiu a infância do mundo ocidental inteiro, desde os anos 80 resolveu entregar o carrinho de mão chamado “vanguarda” para os estúdios e artistas nipônicos. O próprio Myiazaki, considerado o Deus do Anime na sua terrinha, tratado e respeitado como santidade pela própria Disney e merecedor de ser citado junto aos medalhões americanos ali de cima, nas terras mercadológicas ocidentais no máximo é citado como o japonês que ganhou o Oscar, como se ele fosse um artista underground e não o cara que incita multidões aos cinemas a cada nova obra-prima lançada lá no Japão – e é ignorado solenemente em outras paragens. Outro digno de nota é Osamu Tezuka, criador de Astroboy (só para ficar num exemplo) e mentor de Tatsuo Yoshida, a mente por trás de Speed Racer, Casshan (ou Casshern, para os mais novos). Vejam bem, os estúdios japoneses foram e são tão prolíficos que, ainda que não tenham o mesmo sucesso comercial em terras ocidentais, uma hora chegam até as nossas telas e são prontamente alçados ao posto de modinhas – depois de já se pagarem com as caralhadas de público e verbas de licenciamento que conseguiram no Japão.
Se há criança pequena em casa, veja o que ele assiste: com ou sem TV a cabo, boa parte do que passa são animações com ideias cansadas e requentadas dos quadrinhos americanos, mas o que prende a atenção da criançada (desde os meus tempos de criança, com os pioneiros Cavaleiros do Zodíaco) são os animes tipo Pokémon, Yu-Gi-Oh, Naruto, Dragon Ball. Só para ficar nos mais-mais.
E se você quiser me apedrejar por estar generalizando, pare para ver as exceções: Bem 10, Dinossauro Rei, Pucca, Meninas Superpoderosas – todos esses desenhos ocidentais possuem influência descarada no anime.
Desenho do que foi lançado a reboque de Batman Begins – de ocidental, só o nome do diretor.
Nos anos 60, época em de Flinstones e Tom e Jerry, Speed Racer e Astroboy copiavam os americanos até na paleta de cores. Agora, veja ali em cima. Batman. Americaníssimo. Créditos com nomes repletos de monossílabos coreanos e/ou chineses (mão de obra barata, são os operários das tintas). E quando acontece uma coisa dessas, é porque até os próprios americanos, embora não admitam publicamente, sabem que foram ultrapassados na sua própria arte.
E Evangelion, Tio?

Neon Genesis Evangelion trata, em geral, da guerra entre a humanidade quase exaurida contra os Anjos, seres extremamente poderosos que surgiram a partir da colisão de um asteroide na Antártida, e em particular, das crianças que pilotam esses instrumentos admiráveis. Com as principais cidades destruídas pelo derretimento das calotas polares, afora a própria aparição dos anjos, a última cartada dos gênios da ONU é a criação de uma entidade chamada NERV, focada na sobrevivência de uma cidade como um todo dentro de um núcleo construído no subsolo chamado de Geofront e no desenvolvimento de androides biotecnológicos da Série Eva, os quais tem um poder de destruição praticamente igual ao dos anjos. Apesar de extremamente fortes, as conexões neurais dos bichões são sincronizadas por um grupo extremamente reduzido de crianças, e como se deixar a humanidade à mercê de um punhado de pré-adolescentes com hormônios descontrolados não fosse suficiente para deixar a tag #jesusmeleva no Twitter, tem mais: a energia dos androides tem de ser provida por meio de um cabo. Mas hein? Não basta a tarefa de delegar o futuro do mundo a esses pivetes, ninguém foi capaz de criar uma bateria capaz de aguentar mais que CINCO MINUTOS? Pois é, em 1995 não se conhecia a bateria de lítio. J
E o cabo vai onde? Foto do heathbar
Quanto a mais detalhes do anime e interpretações mais profundas, fica para um review futuro. A Wikipedia, tem tudo o que se deve saber.








